Não é de hoje que falar sobre questões relacionadas a sexualidade exige sensatez. A sexualidade em si é bastante complexa e por isso não pode ser banalizada.
Nesse mês de maio foi divulgada a intenção do Ministério da Educação de distribuir em escolas públicas do pais vídeos que fazem apologia ao homossexualismo. Independente do que motivou a presidente Dilma a não autorizar tal atitude do MEC, essa foi uma atitude sensata por demais.
A homofobia é uma realidade não apenas no Brasil. Algumas medidas precisam ser tomadas a fim de se evitar atitudes violentas às pessoas que têm orientação sexual (se é que podemos chamar assim) diferente do que é convencional. No entanto, não podemos ir ao outro extremo. Fazer apologia ao homossexualismo não é de forma alguma uma atitude salutar no combate a homofobia.

Embora a intenção do MEC com o chamado Kit Gay não tenha sido má, poderia acabar tendo um efeito contrário, talvez até gerando uma guerra entre héteros e homossexuais. Os gestores do MEC precisam entender que uma coisa é combater a homofobia, outra completamente diferente é usar o dinheiro público para distribuir vídeos impróprios para serem exibidos nas escolas.
A homofobia é um problema de intolerância. A melhor maneira da escola e da família trabalharem o assunto é passando valores, mostrando o quanto é importante respeitar as diferenças. E para isso não há necessidade de exibir cenas de intimidade.
Precisamos respeitar os outros não pela sua opção ou prática sexual, e sim pela sua dignidade humana. A questão de ser hétero ou homossexual não pode mais nortear nosso tratamento às pessoas. E para as escolas e as famílias trabalharem isso com os jovens, não precisa banalizar o tema da sexualidade, seja ela hétero ou homo.
Nesse mês de maio foi divulgada a intenção do Ministério da Educação de distribuir em escolas públicas do pais vídeos que fazem apologia ao homossexualismo. Independente do que motivou a presidente Dilma a não autorizar tal atitude do MEC, essa foi uma atitude sensata por demais.
A homofobia é uma realidade não apenas no Brasil. Algumas medidas precisam ser tomadas a fim de se evitar atitudes violentas às pessoas que têm orientação sexual (se é que podemos chamar assim) diferente do que é convencional. No entanto, não podemos ir ao outro extremo. Fazer apologia ao homossexualismo não é de forma alguma uma atitude salutar no combate a homofobia.

Embora a intenção do MEC com o chamado Kit Gay não tenha sido má, poderia acabar tendo um efeito contrário, talvez até gerando uma guerra entre héteros e homossexuais. Os gestores do MEC precisam entender que uma coisa é combater a homofobia, outra completamente diferente é usar o dinheiro público para distribuir vídeos impróprios para serem exibidos nas escolas.
A homofobia é um problema de intolerância. A melhor maneira da escola e da família trabalharem o assunto é passando valores, mostrando o quanto é importante respeitar as diferenças. E para isso não há necessidade de exibir cenas de intimidade.
Precisamos respeitar os outros não pela sua opção ou prática sexual, e sim pela sua dignidade humana. A questão de ser hétero ou homossexual não pode mais nortear nosso tratamento às pessoas. E para as escolas e as famílias trabalharem isso com os jovens, não precisa banalizar o tema da sexualidade, seja ela hétero ou homo.
(*) Antonio Clerton Cordeiro: autor deste blog.
Imagem extraída DAQUI




0 comentários:
Postar um comentário