sexta-feira, 6 de maio de 2011

Livro do mês: Ética para meu filho


Estamos no início de um novo século e de um novo milênio. Neste tempo, mais que em outros, somos bombardeados por informações e estas interferem diretamente no nosso modo de viver. A algumas coisas que preservávamos no passado, não damos mais a mesma atenção no presente e por aí vai.


Diante de um processo de constante mutação, como o que estamos vivendo, é necessário que não percamos a noção de quais parâmetros devemos ter como base para tomarmos nossas decisões. Neste sentido, encontrei na obra “Ética para meu filho”, de Fernando Savater, uma excelente ferramenta a fim de entender posturas e assumir posturas diante de situações do cotidiano.


Por ter uma linguagem bastante acessível, Ética para meu filho é de fácil compreensão de todos os públicos, principalmente dos mais jovens.

“À primeira vista, a única coisa com que todos nós concordamos é que não concordamos com todos. (...) Não há animais maus nem bons na natureza, embora talvez a mosca considere má a aranha que tece sua teia e a devora. Mas para a aranha isso é inevitável...” (SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. Trad. Mônica Stahel. São Paulo: Martins Fontes 1998)

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